A RHGestor pode estar pronta para uso em cerca de 30 dias. Contudo, esse prazo varia conforme o porte da operação, os módulos contratados, o volume e a qualidade dos dados, as integrações necessárias e a agilidade nas validações do cliente.
Para quem já está avaliando a plataforma, o ponto principal é que entre a contratação e o início da operação, há uma sequência estruturada de diagnóstico, configuração, migração, integração, treinamento, testes e acompanhamento.
Afinal, o objetivo é colocar a solução em uso com aderência à rotina do RH, das lideranças e dos colaboradores. Saiba mais!
O que acontece entre a contratação e o início da operação
A implantação começa pela definição do que precisa funcionar primeiro. A RHGestor reúne soluções para Recrutamento e Seleção, Treinamento e Desenvolvimento, Avaliação de Desempenho e Performance e operações essenciais de RH. Por isso, cada projeto precisa traduzir a necessidade da empresa em um escopo viável, com prioridades claras.
1. Diagnóstico das necessidades
Na primeira etapa, a empresa apresenta o cenário atual, os processos que pretende melhorar, os sistemas já utilizados e os resultados esperados. É o momento de responder perguntas que influenciam todo o projeto: quais áreas usarão a plataforma, quais unidades serão atendidas, quais perfis de acesso serão necessários e quais dados precisam estar disponíveis desde o início.
Um bom diagnóstico evita dois problemas comuns: configurar funcionalidades que não serão usadas e deixar de fora uma rotina essencial para a operação. Quanto mais objetiva for a priorização inicial, mais previsível tende a ser o cronograma.
2. Definição do escopo e dos módulos
Com o diagnóstico em mãos, são definidos os módulos, as entregas, os responsáveis e a ordem de implantação. A empresa não precisa implantar todos os módulos de uma vez. É possível começar pelas frentes mais urgentes e expandir a utilização de forma planejada, conforme a estratégia de RH e o amadurecimento das equipes.
Por exemplo, uma empresa pode priorizar recrutamento e admissão digital em um primeiro momento, deixando avaliações de desempenho e trilhas de desenvolvimento para uma próxima etapa. A decisão deve considerar impacto para o negócio, dependências entre processos e capacidade interna de acompanhar o projeto.
3. Reunião de início do projeto
Depois de definido o escopo, ocorre a reunião de início do projeto. Nela, são alinhados o cronograma, os canais de comunicação, os marcos de validação, os responsáveis de cada lado e os materiais que o cliente precisa disponibilizar.
Essa reunião transforma a contratação em um plano operacional. A empresa sabe quem precisa decidir, o que precisa entregar e em que momento cada etapa será validada.
4. Configuração e personalização da plataforma
Nesta fase, a RHGestor é configurada de acordo com o escopo aprovado. Isso pode incluir estrutura organizacional, filiais, cargos, áreas, perfis de acesso, fluxos de aprovação, formulários, competências, etapas de recrutamento, regras de avaliação e comunicações automáticas.
Em operações com múltiplos CNPJs, unidades ou níveis hierárquicos, esse mapeamento ganha ainda mais importância. A plataforma permite definir acessos por unidade, área ou cargo, o que ajuda a preservar a autonomia dos times sem perder o controle central da gestão.
5. Preparação e migração dos dados
Sim, é possível migrar dados do sistema anterior, desde que a viabilidade e o escopo sejam avaliados no diagnóstico. A definição considera a forma como os dados estão disponíveis, os campos necessários, o histórico que faz sentido levar para a nova plataforma e as integrações contratadas.
Antes da carga, os dados passam por organização e validação. Cadastros incompletos, duplicidades, estruturas desatualizadas e ausência de campos obrigatórios podem exigir ajustes do cliente. A recomendação é começar pelo que sustenta a operação inicial, como colaboradores, estrutura organizacional, cargos e acessos, e tratar demais informações conforme o plano do projeto.
6. Integração com outros sistemas
As integrações são mapeadas desde o início para evitar retrabalho. A RHGestor informa que a plataforma pode se conectar por API ou importação manual a soluções como Domínio, Questor, Sênior, LG, TOTVS e outras.
Na prática, a implantação define quais dados serão enviados ou recebidos, qual sistema será a fonte de cada informação, com que frequência a atualização ocorrerá e quem validará os resultados. A compatibilidade e o formato de cada integração devem ser confirmados antes do início do projeto, especialmente quando há regras próprias de folha, admissões ou múltiplas unidades.
7. Treinamento dos usuários
A adoção não depende apenas da configuração técnica. RH, gestores e usuários-chave precisam entender como a plataforma se encaixa na própria rotina. Por isso, o treinamento deve considerar o papel de cada público:
- o RH aprende a administrar processos, acompanhar indicadores e manter cadastros;
- as lideranças são orientadas sobre aprovações, feedbacks, avaliações e consultas relevantes;
- os usuários-chave testam a experiência real e ajudam a multiplicar o conhecimento internamente.
A RHGestor by Sólides informa oferecer treinamentos sob demanda, webinars mensais e materiais de apoio na Base de Conhecimento, além dos canais de suporte. O formato e a profundidade do treinamento devem acompanhar os módulos contratados e o perfil das equipes.
8. Testes, homologação e entrada em operação
Antes de disponibilizar a plataforma para toda a empresa, o time responsável testa os processos configurados. São conferidos acessos, fluxos, dados migrados, integrações, notificações e relatórios necessários para o início da rotina.
A homologação é a validação do cliente de que o escopo acordado está pronto para entrar em operação. Se houver ajustes, eles são tratados antes ou no plano de evolução definido. A entrada em operação deve acontecer quando o processo estiver validado, e não apenas quando a plataforma estiver configurada.
9. Acompanhamento após o lançamento
O início da operação não encerra a jornada. A RHGestor informa que a equipe de Customer Success acompanha as etapas para apoiar uma adoção rápida e segura. Após a liberação, esse acompanhamento ajuda a observar a adesão dos usuários, esclarecer dúvidas, orientar o uso dos recursos e identificar ajustes de processo.
Vale alinhar, ainda na negociação, como será o acompanhamento da conta, quais canais estarão disponíveis e como serão tratadas eventuais demandas de evolução. Assim, a empresa inicia a operação sabendo como obter suporte e como ampliar o uso da plataforma ao longo do tempo.
Cronograma de implantação em cerca de 30 dias
O cronograma abaixo é uma referência para projetos com escopo bem definido. Empresas com grande volume de dados, muitas unidades, integrações complexas ou mudanças frequentes de prioridade podem precisar de mais tempo.
| Período | Principal foco | Participação esperada do cliente |
| Dias 1 a 5 | Diagnóstico e definição de escopo | Apresentar processos atuais, prioridades, sistemas envolvidos e responsáveis |
| Dias 6 a 10 | Reunião de início e mapeamento detalhado | Validar cronograma, aprovar responsáveis e disponibilizar informações iniciais |
| Dias 11 a 18 | Configuração e preparação dos dados | Enviar bases organizadas, validar regras, acessos e fluxos |
| Dias 19 a 23 | Migração, integração e treinamento inicial | Apoiar testes de dados, envolver TI e participantes-chave |
| Dias 24 a 27 | Testes e homologação | Executar cenários reais, registrar ajustes e aprovar entregas |
| Dias 28 a 30 | Entrada em operação e acompanhamento inicial | Comunicar usuários, liberar acessos e acompanhar a adoção |
Quem deve participar do projeto de implantação
Uma implantação eficiente é conduzida em parceria. A participação das pessoas certas reduz idas e vindas, acelera aprovações e evita que decisões importantes fiquem sem responsável.
| Participante | Papel no projeto |
| Equipe da RHGestor | Conduzir o projeto, orientar as etapas, configurar a plataforma conforme o escopo e apoiar treinamento, testes e entrada em operação |
| RH do cliente | Apresentar os processos, organizar dados, validar configurações e conduzir a comunicação interna |
| TI do cliente | Avaliar requisitos técnicos, apoiar integrações, acessos, APIs e validações de segurança quando necessário |
| Lideranças | Priorizar decisões, validar rotinas de gestão e apoiar a adesão das equipes |
| Usuários-chave | Testar cenários reais, apontar ajustes e atuar como referência para os demais usuários |
O ideal é que o cliente escolha um responsável interno pelo projeto, com disponibilidade para centralizar dúvidas, organizar materiais e destravar aprovações. A velocidade da implantação depende tanto da execução técnica quanto da disponibilidade para decidir e validar.
Como os dados são protegidos durante a migração
A segurança precisa ser considerada desde o planejamento da migração. A RHGestor informa que os dados são hospedados em servidores com certificações de segurança ISO 27001, criptografia em trânsito e em repouso, controle de acessos granular e padrões alinhados ao GDPR e à LGPD.
No projeto, isso deve se traduzir em definições práticas: quem terá acesso às bases, quais informações serão migradas, por quais canais os arquivos serão compartilhados, quem aprova as cargas e como os dados serão conferidos antes da entrada em operação. Não se trata apenas de transferir uma planilha, mas de manter rastreabilidade e controle sobre informações sensíveis de pessoas.
O que pode atrasar a implantação
O prazo de cerca de 30 dias é mais viável quando o escopo está estabilizado e as áreas envolvidas conseguem responder dentro dos marcos definidos. Os fatores abaixo costumam exigir replanejamento:
- alterações de escopo após o início da configuração;
- dados incompletos, duplicados ou desatualizados;
- demora para liberar acessos, APIs ou informações do sistema anterior;
- integrações com regras técnicas mais complexas;
- ausência de usuários-chave para testar e homologar os processos;
- muitas unidades, perfis de acesso ou fluxos específicos sem mapeamento prévio;
- baixa disponibilidade de RH, TI ou lideranças para tomar decisões.
Esses pontos não impedem a implantação. Eles apenas reforçam a necessidade de um diagnóstico preciso e de uma equipe interna disponível para o projeto.
Quanto tempo demora a implantação?
Em geral, a RHGestor by Sólides pode estar pronta para uso em cerca de 30 dias. O prazo depende do tamanho do projeto, do volume e da qualidade dos dados, dos módulos escolhidos, das integrações e do tempo de resposta do cliente nas validações.
É possível migrar dados do sistema anterior?
Sim. A viabilidade é analisada na etapa de diagnóstico, considerando a origem dos dados, os campos disponíveis, o histórico necessário e a forma de integração ou importação.
A empresa precisa implantar todos os módulos de uma vez?
Não. O escopo pode ser priorizado por módulos ou processos, para que a empresa comece pelo que gera mais impacto e avance de forma planejada.
Quem deve participar do projeto?
RH, TI quando houver requisitos técnicos ou integrações, lideranças que validam processos e usuários-chave que testam a plataforma. Também é recomendável definir uma pessoa responsável por centralizar as decisões do cliente.
Como são realizadas as integrações?
A RHGestor by Sólides informa integração via API ou importação manual com soluções de mercado. Antes do início, o projeto deve definir sistemas envolvidos, dados trocados, frequência de atualização e responsáveis pela validação.
Os colaboradores e gestores recebem treinamento?
O treinamento é organizado conforme os perfis de uso e os módulos contratados. RH, gestores e usuários-chave recebem orientações compatíveis com as rotinas que executarão na plataforma.
O que acontece depois que a plataforma entra em operação?
Após a entrada em operação, a empresa conta com acompanhamento para apoiar a adoção, tratar dúvidas e evoluir o uso da solução conforme o plano definido.
Existe acompanhamento de Customer Success?
Sim. A RHGestor informa que a equipe de Customer Success acompanha as etapas da implementação para apoiar a adoção. Vale confirmar na proposta como será o acompanhamento previsto para o projeto da sua empresa.
Próximo passo para avaliar a implantação da sua empresa
Se o prazo, a migração de dados, a integração com a folha ou a adesão das equipes são pontos decisivos para a sua contratação, o próximo passo é avaliar o cenário real da operação.
Em uma conversa comercial, é possível mapear os sistemas atuais, os módulos prioritários, os dados disponíveis, as integrações necessárias e a estimativa de cronograma para o seu projeto.
Solicite uma proposta da RHGestor e leve para a conversa as principais informações da sua empresa. Quanto mais claro estiver o cenário atual, mais preciso será o plano de implantação.


